Tem uma entidade que me acompanha, da qual eu falo para as minhas amigas que viajam comigo, mas que ninguém conhece: o deus da boa viagem. Ninguém conhece, mas todo mundo conhece. Porque o deus da boa viagem acompanha todo mundo que se aventura pelo mundo. Alguns chamam de sorte, outros de acaso, mas esse é o nome que eu dei pra ele. Você pode chamar do que quiser, fique à vontade, a entidade é sua.

O deus da boa viagem é generoso, não pede nada em troca. Você não precisa pagar dízimo, não precisa rezar, não precisa fazer oferendas e nem sacrifícios. E o que ele oferece pra gente não tem preço: experiências memoráveis, aprendizados imensuráveis, benefícios incalculáveis.

Os milagres que ele operou na minha vida foram muitos: colocou taxistas gentis e honestos no meu caminho em Buenos Aires; permitiu que eu encontrasse um funcionário que abriu o Estádio Centenário, em Montevidéu, em um sábado só pra mim; me ajudou a encontrar um quarto de pousada com diária de R$ 20, sem reserva, na Guarda do Embaú em plena sexta-feira de Carnaval; fez meu caminho cruzar com pessoas queridas que me hospedaram em São Paulo; me apresentou para uma vendedora portuguesa que me auxiliou nas compras em plena Galeries Lafayette em Paris; me uniu a pessoas que me convidaram para uma pizza em Orlando quando meu dinheiro estava acabando; e me guiou diretamente para a stage door de um teatro em Londres onde eu consegui tirar uma foto com um dos meus atores prediletos. Com o perdão da palavra, o deus da boa viagem é foda.

Sim, a gente precisa contar com um pouco de sorte quando viaja. Mas o deus da boa viagem opera seus milagres quando essa sorte é aliada a uma boa dose de planejamento, coração aberto para o que vamos encontrar pelo caminho e, claro, uma quantidade enorme de cara de pau.

Mas eu quero saber de vocês: já vivenciaram algum milagre fora de casa? Quais foram as boas surpresas que o deus da boa viagem já te reservou?

É quase impossível não ver a London Eye da área central de Londres. Do meu quarto no Piccadilly Backpackers eu via ela, toda luminosa e imponente, pra me lembrar que sim, eu estava na capital inglesa. A roda-gigante, que foi a maior do mundo até 2006, é um dos símbolos da cidade e um ponto turístico quase obrigatório para quem visita a cidade. Foi inaugurada em 1999 para marcar a virada do milênio e seria desmontada em seguida mas, como a Torre Eiffel, ganhou o coração da cidade e se tornou uma atração fixa da cidade. Melhor para nós.

Com 32 cabines envidraçadas (sim, tem um banco em todas as cabines, eu estava bem preocupada com isso depois de caminhar MUITO nas margens do Tâmisa enquanto a hora da minha volta não chegava), a London Eye permite que a gente enxergue a cidade inteira em dias claros (como eu tive a sorte de encarar durante toda a minha visita à cidade). Na entrada, são vendidos mapas que permitem que a gente identifique os pontos mais importantes vistos durante a volta. Custam uma libra e são um bom investimento.

O que também é um bom investimento é o ingresso antecipado. Basta acessar o site da London Eye, pagar com o cartão de crédito, e retirar nas máquinas que estão disponíveis na bilheteria. Quando você perceber que se livrou de uma das maiores filas de sua vida, vai agradecer eternamente ao inventor da internet. São diversas modalidades: você pode comprar o ingresso standard (a partir de 17 libras), com hora marcada, ingresso com horário flexível, com prioridade para o embarque, com champagne, com degustação de vinhos, com chá das cinco, combinado com outras atrações ou até uma cabine privativa. Depende do gosto do freguês. Eu fui na opção mais barata e me diverti muito. Os 30 minutos passam correndo e a visão de Londres lá de cima é de tirar o fôlego!

Sorria, você está em Londres!

Quando uma grande amiga foi visitar Paris pela primeira vez, ela trouxe de lembrança um pequeno recipiente com… água do Sena! Quando nos reunimos, ela jogou um pouquinho da água na gente, “para atrair riqueza”. Funcionou, porque um ano e meio depois eu fui, e logo depois nossa amiga Mari também foi. Paris é assim, encantadora, e faz a gente cometer loucuras. Eu não trouxe água do Sena engarrafada, mas achei uma alternativa mais interessante, simpática e higiênica para presentear as pessoas queridas com um pouquinho da Cidade Luz.

Na loja online Etsy (vocês conhecem? tem milhões de coisas interessantíssimas!), um fulano está vendendo uma lata com ar de Paris! Ah, o ar de Paris! Segundo a descrição do “produto”, a lata contém 20% do ar do Louvre, 20% do ar de Notre Dame, 25% do ar da Torre Eiffel, 15% do ar do Musée d’Orsay, 10% do ar da Champs-Elysées e 10% do ar de Sacre Coeur. Receita infalível para um ar delicioso e, melhor, sem hordas de turistas.

Claro que tudo não passa de uma brincadeira, mas é bonitinho, né? A lata custa R$ 19,00 e o frete para o Brasil sai por volta de R$ 11,00.

Agora que eu voltei de Buenos Aires, alguns leitores e amigos me mandaram e-mails, mensagens no Twitter e recados no Facebook com a pergunta que não quer calar: qual moeda eu levo para a cidade? Peso, dólar, real? Qual a melhor cotação?

Enfim, eu não sou economista, não sou especialista. Tenho certeza que viajantes mais experientes diriam para levar uma pequena quantia em dinheiro vivo e pagar as outras despesas no cartão. Acontece que, enquanto pessoa dura que sou, geralmente viajo com orçamento limitado para cada dia de viagem. Meu cálculo geralmente é o mesmo: 50 (dólares, euros, pesos, libras, reais – isso não vale para o peso uruguaio, onde o cálculo seria multiplicado por 10) para as despesas com alimentação, transporte, etc, e 100 para as compras. Tem dado certo. O meu problema com o cartão de crédito, além do limite baixo e normalmente estourado, é que eu perco a noção do quanto estou gastando. No Exterior o buraco é ainda mais embaixo, já que não sei a cotação exata do dia em que minha fatura vai chegar e ainda tem o maldito IOF, que soma 6% aos meus gastos.

Já utilizei o cartão para fazer saques, não tive problemas, mas não gosto de contar com uma possibilidade que nem sempre dá certo. Vai que o caixa eletrônico não funciona? Vai que alguma coisa dá errado? Eu sou da teoria de que, se alguma coisa pode dar errado, dará. Então eu sempre ando com o meu dinheirinho vivo, trocadinho para pagar um táxi com tranquilidade (especialmente útil em Buenos Aires), guardadinho na doleira ou trancado no cofre do hotel. Antiquado, eu sei. Mas essa sou eu.

Bom, mas vamos à Buenos Aires: eu prefiro sempre levar pesos. Se o voo é para Ezeiza, dá para trocar no Banco de la Nacion, que tem aquele câmbio famoso e favorável. Dependendo da cotação, vale a pena comprar dólar no Brasil e trocar por pesos lá. Mas você tem que pesquisar, calcular e ver se todo esse trabalho vale a pena. No meu caso valeu, mas não sei agora – dessa vez eu desci no Aeroparque e comprei meus pesos por aqui mesmo.

Eu só acho fundamental que façamos nossas compras na moeda corrente do país. Primeiro, porque em Buenos Aires muitos lugares não aceitam outras moedas. Segundo, porque os lugares que aceitam outras moedas fazem a sua própria cotação. Dessa vez, vi lojas onde o real valia 2,80 pesos e em outras o dinheiro brazuca valia 2,20. É muita diferença, não acham?

Pátio interno do Millhouse Hipo

Apesar de adorar os hostels da rede Hostel Suites, dessa vez resolvi ficar em um lugar diferente em nome do jornalismo investigativo. Se é pra ter um blog de viagens, que eu traga novidades para vocês, certo? O escolhido dessa vez foi o Millhouse Hipo, um hostel que tem opiniões bem divergentes no Hostel World, mas eu já conto que adorei.

O quarto

O hostel fica na Hipólito Yrigoyen (cada vez que eu conseguia dizer o nome da rua para um taxista “We Are the Champions” tocava na minha mente), uma rua paralela à Avenida de Mayo. Francamente, a localização não é das melhores. Ok, tem metrô na esquina e estávamos a poucas quadras dos principais pontos turísticos do microcentro, mas a rua era meio sinistra no final de semana. Mas já que ninguém vai a Buenos Aires para ficar no hostel, dá para relevar esse detalhe.

Ganchos fofos para pendurarmos nossas coisas

O que me fez adorar o hostel foram outras coisas:

1) A equipe é extremamente simpática. A moça que fez nosso check-in foi TÃO prestativa, explicou tudo com tantos detalhes, que até encheu o saco. E tem coisa para explicar! O hostel é cheio de atividades, só fica entediado quem quer.

2) Os quartos são limpos e organizados. Gostei do fato de cada hóspede ter a cama marcada. O banheiro era limpinho, tudo bonitinho, e recebemos a roupa de cama lacrada ao chegar no hostel. Um dos melhores quartos coletivos que já encarei.

3) O prédio é lindo. A gente não dá nada pela fachada, mas por dentro é tudo bonito. Todos os quartos têm nome de personalidades argentinas. O nosso era Evita, e dava de frente para o pátio interno, cheio de plantas e detalhes bacanas.

4) Muita festa! No sábado e domingo rolam festas no bar do hostel, que duram até umas três da manhã – depois o próprio pessoal do hostel vende ingressos para baladas bacanas. Ok, os ingressos são meio superfaturados, mas tem transporte até o local, a gente não pega fila, enfim, vale a pena.

5) Internet gratuita. E o sinal do wifi ia até o quarto.

Os lockers são gradeados

A única coisa que eu não gostei foi do café da manhã. O café era péssimo, o cereal era o pior que eu já experimentei na vida, não tinha adoçante, faltam lugares pra todo mundo sentar. O lado bom da vida é que tem um Starbucks logo ali, na Avenida de Mayo!

Quarto Evita

Enfim, se você quer uma experiência mais tranquila, não recomendo. Mas se você é jovem, quer fazer festa, gosta de conhecer gente do mundo inteiro, não acredito que haja um hostel mais bacana na cidade. Mas continuarei pesquisando… ;)

Mais um detalhe do pátio interno

Desde a primeira vez que fui a Buenos Aires, em 2009, me tornei uma VIBANA (Viciada em Buenos Aires Não Anônima). Desde então, sempre que pinta uma promoção de passagem aérea, não perco a chance de me tocar para a capital argentina. Além de perto, tudo é barato, então a cidade é ótima para passar um final de semana, fazer umas comprinhas e me divertir muito. Ou era, sei lá.

Tenho uma colega de trabalho argentina, e quando ela foi passar o Natal com a família, me contou que TUDO na cidade estava muito caro. Duvidei, e no final de semana passado fui lá conferir com os meus próprios olhos. E não é que ela tinha razão? As compras na Farmacity, Falabella e Todo Moda, minhas paixões, até que não mudaram muito. Exceto pelo preço dos itens de maquiagem, que praticamente dobraram de preço. Esmaltes da L’Oréal, que eu comprara por 16 pesos na última visita, agora custam 36. Mas tudo bem.

Eu posso passar o final de semana sem comprar esmalte, mas não posso passar o final de semana sem comer. E foi aí que o bicho pegou. Os preços dos itens de alimentação e bebidas subiram MUITO. Assustadoramente. Antes era possível sentar em um restaurante bacaninha e pedir um prato por cerca de 30 pesos. Hoje, isso não paga nem um McLanche Feliz. No bar de um hostel que eu sempre visito quando estou na cidade, antigamente tomava um pint de chope por seis pesos. Hoje o mesmo pint custa 30 pesos! Os cupcakes da Muma’s, que estão no post abaixo, dobraram de preço também: antes custavam 9 pesos, agora custam 18. Some a isso um cafézinho e você já deixou mais de 30 pesos pra trás.

Portanto, se você está indo para Buenos Aires agora, fica a dica: reveja seu orçamento e prepare-se para gastar mais do que está esperando.

Quando você estiver em Buenos Aires, se deliciando com as livrarias e lojinhas incríveis de Palermo, certamente vai querer dar uma sentadinha, tomar um cafézinho, relaxar e ver a vida passar. Minha dica para esse momento de ócio delicioso é a Muma’s Cupckes, uma boutique que prepara os cupcakes mais lindos e deliciosos que você já experimentou. Peça o seu sabor favorito, um expresso e seja feliz.

São muuuuuitos sabores, e você certamente vai ficar indeciso na hora de escolher. Entre os que já experimentei, recomendo o red velvet. Mas todos são gostosos, e a loja é muito linda, e todo mundo é super querido por lá. Faça a festa!

A Muma’s fica na Malabia 1680, pertinho da Starbucks. Navegando no site, descobri que agora tem Muma’s também na Recoleta e em Punta del Leste. Será que demora muito pra abrir uma em Porto Alegre? É um dos meus lugares favoritos no mundo. Vai lá e depois me conta se gostou, tá?

Como uma legítima representante da categoria das viajantes duras, estou sempre de olho nas oportunidades que surgem em sites de ofertas coletivas. Nessa última semana apareceram diversas ofertas que me deixaram bastante curiosa em sites desse tipo, e por muito pouco não saquei o cartão de crédito e me joguei nas oportunidades – de tão irresistíveis que elas pareciam.

Nunca comprei nenhum produto de viagem em sites coletivos, mas já comprei ofertas em outros estabelecimentos – e sempre tive atendimento abaixo da média. Os comerciantes que ali anunciam não enxergam o potencial de conquistar novos clientes, e sim a possibilidade de ter um lucro rápido vendendo em grande quantidade, mas não se preparam para a grande demanda.

O que me assusta nesses pacotes de viagem são as letras miúdas, os detalhes das ofertas que não ganham muito destaque nos sites. Por exemplo, a imensa maioria das ofertas são para quartos duplos, ou seja, você tem que comprar dois cupons. Quem viaja sozinha, como eu normalmente viajo, tem que pagar uma taxa extra para um quarto single. Aliás, abundam as taxas extras: muitas vezes temos que pagar um valor direto para a agência, e quando há aéreo incluído, também temos que pagar as taxas de embarque à parte. Portanto, é MUITO importante que você preste atenção a esses detalhes antes de fechar negócio.

Para tirar a prova de que vale a pena (ou não), resolvi dar uma olhada nos pacotes que estão disponíveis agora nos sites de compras coletivas e colocar na ponta do lápis. Será que compensa mais fazer uma viagem por conta própria? Acompanhe:

O site Hotel Urbano, que trabalha somente com o segmento de viagens, tem um pacote para Orlando com aéreo, aluguel de carro e sete diárias para uma pessoa por R$ 1.790. O voucher só é válido para duas pessoas, então é um carro para cada dois cupons. Então, vamos ver quanto sairia uma viagem para Orlando para duas pessoas. O valor no site seria de R$ 3.580, com várias restrições de datas. Vou calcular para setembro, ok? A passagem mais barata para Miami no início de setembro é pela TAM, por US$ 1.135, o que significa R$ 2.031 por pessoa, na cotação de 07 de abril de 2012. Só na passagem o pacote já vale a pena, mas vamos conferir o preço do hotel, Econo Lodge Inn & Suites: depois de penar para encontrar datas disponíveis, descobri que a diária para casal custa US$ 49. Sete diárias, US$ 343 (R$ 625). O aluguel mais barato sai por R$ 437,35. Portanto, se fossemos comprar independentemente os itens oferecidos na oferta, gastaríamos R$ 5.124 para o casal. Se você está ok com as condições da oferta, vale aproveitar.

O ClickOn, por sua vez, fez uma oferta tão interessante para Buenos Aires e Montevidéu que a mesma esgotou antes do prazo: R$ 1.099 por três dias na capital uruguaia mais quatro dias na capital argentina, com aéreo. Além disso, há uma taxa de embarque e serviços de US$ 230 (R$ 419), paga direto à operadora. Portanto, o total do pacote é de R$ 1.518 por pessoa. E a reserva de data deve ser feita até 30/04, senão o cupom perde a validade e o viajante perde o investimento. A passagem POA/MVD/BUE/POA no site da Pluna sai por US$ 395,65 (R$ 721,94), com as taxas inclusas. Mas fazer a travessia de barco sairia bem mais barato, fica a dica. A hospedagem em Montevidéu, no hotel Lancaster (que eu conheço e é terrível), custa US$ 140 (R$ 255,45) para duas noites. Em Buenos Aires, três noites no hotel Tribeca custam US$ 370 (R$ 675). Totalizando, as passagens mais hospedagem custariam R$ 1.651, um pouco mais que o pacote. Mas se levarmos em consideração que podemos pesquisar e encontrar passagem e hospedagem mais em conta, acho que não vale a pena.

O Groupon, pioneiro mundial em compras coletivas, tem uma página inteira dedicada à viagens. Escolhi a que eu gostaria de fazer: seis noites na Itália, com passagem aérea incluída, por R$ 2496. Mas atenção para as pegadinhas: A PARTIR de R$ 2.496. E a partida é de São Paulo ou Rio de Janeiro, então eu teria que bancar também o trecho entre Porto Alegre e uma dessas cidades (a opção mais barata é para São Paulo, por R$ 156 ida e volta, mas viajando independentemente eu não teria direito a franquia de bagagens de voo internacional). O pacote inclui passagem da Alitalia, que custa R$ 3200, e hospedagem em Roma, no hotel Idea Pomenza, por três noites (222 euros, ou R$ 529). Em Veneza, as três noites no hotel Villa Dori custam 165 euros, ou seja, R$ 393. O total do pacote, feito independentemente, seria de R$ 4278. Ou seja, caso as condições não impeçam sua viagem, vale muito a pena aproveitar a oferta!

Mas eu quero saber de vocês: já compraram pacotes de viagens em sites de compras coletivas? Tiveram uma boa experiência?

Você sonha em conhecer os Estados Unidos, visitar a Torre Eifel, Veneza, assistir a shows da Broadway, mas não tem dinheiro para fazer tudo isso? Fica a dica: Vegas, baby! Claro que você não verá a Torre verdadeira, que está em Paris, mas vai poder ter uma ideia da magnitude da construção e uma foto bacana para colocar no Facebook. Las Vegas tem essa e outras réplicas reunidas em um só lugar, e tem uma vantagem: a cidade pode ser bem barata. Basta pesquisar.

O único item comum aos mais e menos afortunados é a passagem aérea, que custa cerca de US$ 1,300 pela American Airlines (pesquisei com origem de Porto Alegre, para maio). Mas a hospedagem, ah a hospedagem! Primeiro fui direto ao Hostel World e encontrei opções desde R$ 13 em quartos conjuntos, e tarifas de R$ 20 em quartos privativos duplos. Mas uma pesquisinha rápida no hoteis.com me permitiu encontrar quartos por menos de R$ 50 em plena Strip, aquela avenida grande e iluminada, a mais popular da cidade. Nem vale a pena ficar em hostel quando há opções tão em conta nos hotéis tradicionais, não é mesmo?

Mas o grande barato da cidade são as atrações culturais: shows musicais, teatro, mágica para todos os gostos. Se você fosse hoje para Las Vegas, encontraria em cartaz atrações como Air Supply, Bill Cosby, Cirque du Soleil, The Blue Man Group, Garth Brooks, Jay Leno, Joan Rivers, LeAnn Rhimes, Liza Minelli, Tim Allen e muitos, muitos covers de Elvis Presley. Além disso, a cidade conta com atrações como uma filial do Madame Tussauds e até um tour para fãs de CSI (a fã de séries aqui ia delirar com a experiência!).

Las Vegas também conta com atrações para os turistas mais tradicionais, como shoppings e passeios turísticos. O clima é bom, e as opções de alimentação são abundantes – o que significa que é possível encontrar opções para todos os bolsos. Mas claro, não podemos esquecer das principais atrações da cidade: os cassinos, com aqueles ambientes inebriantes em que a gente perde a noção do tempo, onde a gente pode se divertir horrores e ganhar um bom dinheirinho.

Bateu vontade de ir? Por aqui também! Mas enquanto a gente não se planeja para colocar o pé na estrada, dá para trazer um pouco de Las Vegas para a sua casa: o Party Poker oferece o jogo mais popular de Las Vegas online, onde você pode treinar suas habilidades e ganhar uma graninha – talvez para pagar sua viagem? Divirtam-se!

 

Hospedagem em São Paulo não é um negócio barato. Talvez pelo perfil business da cidade, os hotéis da cidade costumam ter preços bastante elevados, e os que não são tão caros são sofríveis (desculpa aí, Formule 1, apenas a verdade nada mais que a verdade). Por outro lado, os albergues da cidade nunca me despertaram muita confiança. Provavelmente pelo fato de não encontrar muitas referências boas na internet, ou pelo fato da cidade me deixar meio insegura com seu tamanho descomunal. Amo descobrir São Paulo, mas preciso de estação de metrô na porta do local onde estou hospedada para ficar tranquila.

Pois hoje descobri um hostel na cidade que não fica perto do metrô, mas que me deixou com muita vontade de conhecer: o Atma Hostel. Porque ele tem características de hotel boutique, é todo bonitinho, e ainda é integrado a um café natureba, a um estúdio de pilates e a um SPA. Eis a palavrinha mágica que conquistou meu coração! Imagina, chegar cansada (sempre fico muito cansada em São Paulo, vocês não?) e encarar uma massagem. Maravilha!

O hostel fica no Itaim Bibi, pertinho do Ibirapuera e não é exatamente barato: as diárias começam em R$ 99. Mais em conta que um hotel e com benefícios inegáveis. Já elegi para minha próxima visita à cidade!